Artesanato de Guimarães

2012/05/26

Workshop Bonecos em Pano

Filed under: Workshops — A Oficina @ 19:33
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Terminamos hoje mais uma formação, desta vez pela técnica de construção de personagens em pano.

Como podem ver pela imagem, da imaginação de cada participante, nasceram figuras com um ar muito divertido. Esperamos que a experiência tenha sido para os seus criadores, também ela, gratificante. Agradecemos a todos a participação!

 

2012/04/19

Projecto a2 na ART@CRAFT EUROPE 2012 em Maribor

Filed under: Artesãos,Exposições — A Oficina @ 10:49
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De 18 de Abril a 31 de Maio, estará patente na galeria de artes decorativas eslovena «Koroška» uma exposição de obras de artesãos de vários países europeus. A organização da Capital Europeia da Cultura, seleccionou as candidaturas que melhor conjugassem o pensamento criativo contemporâneo com a riqueza do património imaterial presente nas diferentes técnicas artesanais.  As obras «Fado» e «Liberdade Virtual», do ateliê vimaranense de Alberto Azevedo e Cristina Vilarinho, foram escolhidas para integrar esta mostra. A exposição seguirá, ainda, para duas galerias austríacas, Gewölbegalerie e Studiogalerie, onde poderá ser visitada entre 16 de Agosto e 15 de Setembro.

2012/02/27

Workshops de Artesanato – 1º Semestre 2012

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Num ano especial, continuamos com a nossa proposta de abertura dos ateliês ao público, com vista à partilha de técnicas e saberes ancestrais na feitura de objectos únicos. O Bordado de Guimarães abre a temporada, onde os participantes poderão iniciar-se na metodologia de execução deste bordado tão singular. Ainda dentro da confecção têxtil e a partir da memória de um tempo de infância em que era frequente as crianças construírem os seus próprios brinquedos, propomos a cada participante que crie uma personagem especial lembrando estes momentos. Outra área muito versátil é a serigrafia artesanal que permite a impressão em diversos suportes. Utilizando técnicas de baixo custo, chamadas de método directo, vamos explorar algumas das suas potencialidades estéticas.

Faça a sua inscrição aqui.

2012/01/20

Bordado de Guimarães conta com novas artesãs

Chegamos ao final de um percurso de formação em Bordado de Guimarães, realizado em parceria com o IEFP, e que decorreu ao longo do ano de 2011 culminando, agora, com a acção de especialização, da qual saíram dezasseis formandas aptas para criarem o seu próprio emprego nesta actividade artesanal. Os trabalhos das artesãs podem ser apreciados no Museu de Alberto Sampaio até meados de Fevereiro.

2011/12/21

Exposição «Artes da Construção em Guimarães Património Mundial»

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No âmbito do 10º Aniversário da distinção do Centro Histórico de Guimarães pela UNESCO, enquadra-se a exposição «Artes da Construção em Guimarães Património Mundial», onde procuramos destacar as principais técnicas da construção tradicional que fazem parte do importante conjunto edificado da cidade. As mais usadas são as denominadas taipa de fasquio e taipa de tabique. Ambos os métodos construtivos são aplicados na elevação de paredes interiores e exteriores dos andares acima do rés-do-chão, que é, geralmente, construído em granito.
Na reabilitação dos edifícios é importante o respeito pela sua estrutura original. Sempre que possível, recorre-se às técnicas de construção tradicionais, que fazem parte do património imaterial de cada comunidade, valorizando-se, desta forma integral, a autenticidade do seu património arquitectónico. Exemplo desta boa prática é a requalificação do Centro Histórico de Guimarães, que contou com o conhecimento de uma geração de construtores locais e com a sensibilidade da equipa de arquitectos incumbida do projecto.
A arte de trabalhar o ferro encontra-se, também, presente em aplicações artísticas notáveis, tais como no caso da arquitectura portuguesa, onde aparece quase sempre como sua subsidiária e acompanhando-a nas especificidades que marcaram cada época. O conjunto edificado da área classificada do Centro Histórico de Guimarães, traça um percurso que vai desde a Idade Média até ao século XIX. Os trabalhos em ferro, presentes na arquitectura vimaranense, vão acompanhando tanto os gostos estéticos como as evoluções técnicas conseguidas ao longo dos séculos.
A azulejaria portuguesa constitui um marco importantíssimo na história das artes decorativas portuguesas, tendo atingido o seu expoente máximo durante os séculos XVII e XVIII. Nos edifícios vimaranenses, podemos encontrar esta riqueza quer nos exemplos padronizados, quer nos painéis figurativos, como no trabalho de artistas da escola dos grandes mestres António e Policarpo de Oliveira Bernardes.

Visite-nos, até 6 de Janeiro, no nº 126 da Rua D. Maria II, em Guimarães.

2011/12/16

Joaquim Oliveira (1926-2011)

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«Nós somos as Cantarinhas
Que nascemos neste lugar
E pelas mãos dos oleiros
Aprendemos a caminhar

Ó oleiro dá o pé
A roda não deixes parar
Anda, anda, ó rodinha
Para o barro não secar

Todas nós somos de barro
Cada uma tem o seu lugar
Umas são para levar água
Outras são para enfeitar.»

Joaquim Oliveira*

*Mestre Oleiro vimaranense que muito contribuiu para a reabilitação da manufactura das Cantarinhas das Prendas ou dos Namorados, ícone do artesanato local.

 

2011/12/15

Veduta – Revista de Estudos em Património Cultural

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Chegamos ao número cinco desta publicação. Em cada final de ano, precisamente a 13 de Dezembro, lembrando o dia em que foi anunciada a distinção de Guimarães como Património Mundial pela UNESCO, em 2001, lançamos mais uma edição da revista Veduta. Numa cidade rica em património histórico e cultural, esta publicação tende a ser o registo das boas práticas que se têm vindo a seguir na preservação da nossa cultura como raiz identitária.

Com o intuito de aproximar, cada vez mais, o leitor interessado nas questões que o património encerra, alteramos a nossa linha editorial e tentamos colocar a informação de forma a que a leitura se tornasse mais atractiva. Neste sentido, introduzimos três temas ligados a conceitos patrimoniais distintos. O primeiro procura reflectir, de forma breve, sobre uma peça de património móvel. Dentro desta temática, a Dr.ª Catarina Pereira explica-nos o percurso cronológico e utilitário dos hoje quase incógnitos Gatos de Lareira. Pensando no legado deixado por algumas personalidades portuguesas, chegamos a um espaço que serve de mote para lembrar a herança deixada por aqueles cujas obras se destacaram e sobre as quais não podemos deixar de reflectir, ou mencionar, sempre que intervimos no património. Assim, lançamos o desafio ao Dr. Manuel Graça para apresentar o trabalho de Alberto Sampaio, um investigador pioneiro no seu tempo e figura grata da cidade de Guimarães. Para nos proporcionar uma vista sobre o património natural, convidamos o fotógrafo Paulo Alegria, que nos dá a ver uma imagem da Serra de Arga acompanhada com um texto de Raul Pereira, e que fez parte do processo de construção do seu livro Romeiros~Pilgrims.

A (re)construção das pontes vimaranenses durante a Idade Média mereceu a atenção do arqueólogo Francisco Faure, que nos mostra que o seu contributo para o desenvolvimento da economia local foi fundamental para o futuro do recém-fundado burgo.
Educar para compreender e valorizar o património cultural deveria ser uma prioridade no nosso sistema de ensino, sendo essa a chamada de atenção que a Dr.ª Helena Pinto nos deixa no seu artigo: Quando os Caminhos do Património e da Educação se Cruzam.
Por fim, divulgamos dois projectos na área da arte contemporânea, cujas actividades são pensadas para a realidade do território onde se incluem. O trabalho, desenvolvido pelo Laboratório das Artes, em Guimarães, é um óptimo exemplo da potencialidade dos projectos independentes como mecanismos informais e eficazes para a democratização da arte. Numa mesma linha, mas com uma programação mais multidisciplinar, surgem as Oficinas do Convento, uma associação cultural sediada em Montemor-o-Novo que, através de um esforço colectivo, intenta dinamizar a criação tendo como base os recursos endógenos da região.

Agradecemos a todos a colaboração, sem a qual não teria sido possível este nosso projecto editorial.

Para encomendar clique aqui.

2011/12/06

Bordado Enamorado + Exposição + Veduta

No seguimento do projecto de estudo, certificação e valorização do Bordado de Guimarães, surge um projecto, fruto da parceria entre o Museu de Alberto Sampaio e A Oficina, que pretende unir a tradição e a contemporaneidade. Para o efeito, as duas instituições convidaram diversos poetas e artistas plásticos portugueses a contribuir, com o seu trabalho, para a criação de uma série de catorze peças em Bordado de Guimarães, abordando o amor como temática principal. Em cada ano são lançados dois exemplares.
As criações deste ano serão apresentadas na próxima terça-feira, dia 13 de Dezembro, às 16h00, no Museu de Alberto Sampaio. Contam com os desenhos dos artistas João Borges e Mário Vitória e com os poemas de Carlos Poças Falcão e Manuel António Pina. Conceição Ferreira e Isabel Oliveira são as bordadeiras responsáveis pela execução do bordado.
Com o tema amor como pano de fundo, esta apresentação é, ainda, marcada pela data da efeméride com grande tradição em Guimarães: a festa em honra de Santa Luzia, na qual se vendem os doces designados como «passarinhas» e «sardões», comprados respectivamente pelas raparigas e pelos rapazes para ofertarem àquele(a) que amam.

No âmbito do 10º Aniversário da distinção do Centro Histórico de Guimarães pela UNESCO, enquadra-se a exposição «Artes da Construção em Guimarães Património Mundial», onde se destacarão as principais técnicas da construção tradicional que fazem parte do importante conjunto edificado da cidade. Algumas artes presentes nesta exposição são, ainda, subsidiárias da arquitectura vimaranense e integram, igualmente, este valioso património.
O encontro está marcado pelas 17h00 na Loja Oficina, na Rua D. Maria II, nº 126, onde será ainda divulgada a 5ª edição da Veduta – Revista de Estudos em Património Cultural. Publicação da responsabilidade d’ A Oficina, a revista Veduta tem como objectivo estimular a reflexão sobre o património cultural enquanto elemento-chave na definição da identidade colectiva. Com edição anual, esta revista abre espaço à divulgação de alguns trabalhos de investigação que se têm desenvolvido dentro das várias vertentes do património móvel, imóvel e imaterial.

Esperamos por si!

2011/11/05

Workshop de “Paper Clay”

Filed under: Workshops — A Oficina @ 16:53
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Chegamos ao fim de mais uma formação, desta vez debruçando-nos sobre uma técnica cerâmica inovadora: o  paper clay.

Agradecemos a todos os participantes, esperando que tenham gostado da experiência.

A próxima acção inicia-se já no próximo sábado.

Para se manter informado acerca das formações anuais, visite o nosso site.

2011/09/21

Ceramista Helena Almeida na exposição colectiva “Estética da Paixão”

 

No âmbito das comemorações dos 650 anos da transladação de Inês de Castro de Coimbra para o Mosteiro de Alcobaça, inaugurará no próximo dia 24 de Setembro, no Mosteiro de Alcobaça, a exposição “Estética da Paixão”. A mostra conta com obras de trinta ceramistas, entre as quais se encontrará a criação de Helena Almeida: “Taça de Lágrimas”.
Sugerimos a visita!

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